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Kardec diz que Palmeiras foi apagado e ficou no passado; atacante quer 2016 com títulos

Em negociação polêmica, jogador foi o pivô do rompimento entre as diretorias de São Paulo e Alviverde em 2015

Kardec vem sendo titular sob o comando de Bauza 

O ano de 2015 manteve distantes dois clubes cujos centros de treinamento dividem muro na Barra Funda, bairro da zona oeste da capital paulista. São Paulo e Palmeiras, comandados por Carlos Miguel Aidar e Paulo Nobre, respectivamente, à época, romperam relações por conta da negociação do atacante Alan Kardec, que defendia o Alviverde e acabou contratado pelo Tricolor. Em entrevista ao Sportv, o jogador garante que seu ex-clube ficou para trás, e comemora o retorno aos gramados após séria lesão no joelho na última temporada.
“Já faz parte do passado e foi apagado. O melhor momento que eu pude passar foi quando eu me recuperei de uma lesão séria, pude provar para eu mesmo que tenho condições de entrar em campo, conseguir fazer gols. Consegui fazer partidas importantes no final do ano passado. Eu prefiro deixar apagado o que foi do passado, pensar no presente. O que eu fizer no presente estará refletindo no futuro. Acredito que coisas melhores estão por vir”.
Recuperado e com a confiança do treinador Edgardo Bauza, que vem o colocando como titular neste início de ano, Kardec é ambicioso ao projetar a temporada ideal para o São Paulo.
“Um 2016 bom seria com título. Não tem como pensar menos que isso. Nós somos cobrados por isso. Temos estrutura, temos um bom time, temos nosso estádio, nosso torcedor também que acredita e confia muito. Mas para passar segurança nós precisamos vencer e convencer”.
Por fim, o atacante ainda relembrou o último ano do clube do Morumbi, que teve renúncia de presidente – Carlos Miguel Aidar deixou o cargo e Carlos Augusto de Barros e Silva assumiu – e falou a respeito da nova comissão técnica, composta por três argentinos.
“Nós temos um treinador com novos conceitos… Ele acabou mantendo uma base do que nós tínhamos. No ano passado foi muito conturbado, porque nós tivemos quatro treinadores no decorrer de um ano. Um ambiente extremamente difícil para trabalhar por conta do que acontecia nos bastidores. Nosso ano foi um pouco turbulento. Até porque nós tivemos muita irregularidade dentro de campo… Sabemos que temos uma comissão que tem seus novos métodos, mas a base do que nós tínhamos ano passado foi mantida”.