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Palmeiras cede exclusividade na camisa e renova com Crefisa e FAM por R$ 58 milhões, diz site

Valor a ser desembolsado pelas duas empresas, pertencentes ao mesmo proprietário, supera a quantia obtida em 2015, com dois parceiros a mais

Leila Pereira, presidente da Crefisa, participa de eventos do clube, como a apresentação do atacante Barrios, cuja contratação foi financiada pela empresa

Se, em 2015, o Palmeiras firmou quatro patrocínios diferentes para suas camisas de jogo, com Crefisa, FAM, Prevent Senior e Tim, e anunciou ter chegado ao maior valor publicitário do país, com R$ 50 milhões, essa vantagem deve ser ainda maior nesta temporada. Isso porque, segundo o portal Globoesporte, a diretoria do clube acertou um novo acordo com apenas duas empresas, mas para receber um montante ainda maior, de R$ 58 milhões no ano.
Isso porque as duas parceiras que permaneceram, a operadora financeira e a instituição de ensino, pertencem aos mesmos proprietários, o casal José Roberto Lamacchia e Leila Pereira, adquiriram o direito de exclusividade na principal peça do uniforme alviverde. Os parceiros têm sido responsáveis pelo principal patrocínio do Verdão desde a última temporada, participando de reformas na Academia de Futebol e colocando a marca até mesmo na TV do clube pela internet.
A publicação informou que o direito de exclusividade não se estende às propriedades de calção e meiões, que o Palmeiras continua livre para negociar com outras parceiras. Apesar de ter sofrido um abalo no último mês de novembro, quando Leila criticou duramente o presidente Paulo Nobre, a relação entre as partes parece ter voltado à paz. Crefisa e FAM foram responsáveis por ajudar o clube com algumas aquisições de jogadores na última temporada, como Barrios, Vitor Hugo (estava emprestado e foi contratado em definitivo), Thiago Santos e Leandro Almeida.